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Missões

Adoniram Judson e os seis anos sem um convertido

12 de agosto de 20266 min de leitura

Adoniram Judson e os seis anos sem um convertido

“Não nos cansemos de fazer o bem, pois no tempo próprio colheremos.” — Gálatas 6.9

Adoniram Judson chegou à Birmânia em 1813 com a esposa Ann. Aprendeu uma língua sem gramática publicada, traduziu a Bíblia inteira e pregou ano após ano para ouvintes educados e indiferentes. O primeiro convertido só veio depois de seis anos.

Quando alguém lhe perguntou quais eram as perspectivas do trabalho, ele respondeu: “tão brilhantes quanto as promessas de Deus”. Não era otimismo — era teologia.

O preço foi alto. Judson passou quase dois anos preso, acorrentado, na prisão de Ava. Ann levava comida escondida e escondeu o manuscrito da tradução dentro de um travesseiro sujo para que os guardas não o destruíssem. Ela morreu pouco depois de sua libertação. Ele enterrou esposas e filhos naquele solo.

Hoje, a igreja em Mianmar conta milhões de cristãos, e o nome Judson ainda aparece em seminários e hinos daquele povo. O homem não viu a colheita; ele apenas arou.

Se você está em uma temporada de arar — orando pelo cônjuge, pelo filho, por uma célula que não cresce, por um ministério que parece parado — lembre-se: fidelidade não se mede pelo relógio da nossa impaciência, mas pelas promessas de Deus.

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